O Brasil mantém e convive com essa excrescência chamada foro privilegiado, um benefício para determinadas autoridades sob suspeita. É o caso de deputados e senadores que têm foro perante o STF em questões criminais. É curioso como a preocupação do Brasil diz respeito à pessoa. Cria-se o foro privilegiado para cargos, mas não há foro privilegiado quando ocorrem atentados a cláusulas pétreas da Constituição. Não existem mais pessoas acima de qualquer suspeita. Precisamos de um Estado atento. Essa a grande diferença do modelo europeu, em que uma violência contra a liberdade de expressão é imediatamente rechaçada.
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