O crime, o cinema, a política
A mídia brasileira tratou pouco da crise na Guatemala desatada por um vídeo que mais parece coisa de cinema. O trecho principal do vídeo é assim: “Boa tarde, me chamo Rodrigo Rosenberg Manzano; se você está vendo ou ouvindo esta mensagem é porque fui assassinado”.
Foi mesmo, mas esse respeitado advogado deixou registrado no vídeo o nome dos assassinos: o presidente da República, Álvaro Colom, sua mulher e um de seus ministros, tudo, segundo Rosenberg, para encobrir irregularidades em um banco público e ligações com o crime organizado.
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