O requerimento aprovado pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, pedindo ao chanceler Celso Amorim que o Brasil retire seu apoio à candidatura do ministro da Cultura do Egito, Farouk Hosni, para a diretoria-geral da Unesco é a face pública de uma movimentação de bastidor envolvendo gente de alta patente.
Há, no governo e na oposição, inconformismo crescente com a decisão de apoiar Hosni – alvo de repúdio internacional por suas posições antissemitas – em detrimento do cientista brasileiro Márcio Barbosa, atual diretor adjunto da Unesco.
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