Não dá para acreditar que o Itamaraty vai apoiar um egípcio em detrimento de um brasileiro para dirigir a Unesco. Mas é verdade. O engenheiro brasileiro Márcio Barbosa, atual n.º 2 da organização, com respaldo na atual direção e grandes chances de ser escolhido, foi preterido pela nossa diplomacia em favor de Farouk Hosni – aquele que, quando ministro da Cultura de seu país, prometeu queimar todos os livros escritos em hebraico. Esse mesmo senhor deve visitar oficialmente o Brasil no dia 20 e participará de encontro com ministros e ex-ministros da Cultura de países sul-americanos e árabes. Talvez para mostrar aquela “antiga” (antes de Cristo) identidade cultural de seus povos. A esta altura, resta aos brasileiros torcer para que Márcio Barbosa oficialize sua candidatura por outro país, o que está quase concretizado, seja indicado para o cargo e desmoralize total e definitivamente esse grupo que tomou de assalto a diplomacia brasileira – outrora motivo de orgulho.
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