Nota dez
Acompanhei alguns momentos da posse do novo presidente e admirei a sobriedade do protocolo, sem aquelas filigranas de pompa e circunstância que marcam a subida ao trono dos poucos monarcas que ainda resistem e dos presidentes de países chegados ao oba-oba.
Não houve transferência da faixa presidencial, como nos concursos das misses e nas posses dos mandatários da América Latina e de outras regiões. Tampouco a presença maciça de chefes de Estado, que certamente foram representados por seus embaixadores.
CARLOS HEITOR CONY, jornalista
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