O ano que desapareceu
Em nossa História recente, tivemos o “ano que não terminou”, 1968. Agora parece aproximar-se o “ano que desapareceu”, para satisfação dos historiadores futuros. Trata-se de 2009, conforme raciocínio do presidente Lula, que esta semana enalteceu 2010, o “ano depois da crise”. Desta, a crise, não quis falar, preferindo projetar seu otimismo para o ano seguinte.
Seria bom o presidente tomar cuidado, porque apesar de as dificuldades estarem apenas começando, como sempre a reboque do que acontece na matriz, a verdade é que nossa economia está regredindo. Demissões, férias coletivas, redução do crédito e dos investimentos, queda na produção, liberação de dezenas de bilhões para socorrer bancos e empresas em situação crítica, tudo isso desemboca no buraco negro de 2009. Melhor faria o governo se pensasse nos próximos doze meses, em vez de ignorá-los. Não se salta por cima do tempo.
CARLOS CHAGAS, jornalista
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…