Lula e a crise
Inicialmente a crise era “um problema do Bush” e não atingiria o Brasil. Depois, quando começou a virar um tsunami no resto do mundo, Lula disse que aqui não passaria de uma “marolinha”. Enquanto nosso presidente continuava teimando em desacatar a crise, os seus ministros passaram a temê-la. Evoluindo rapidamente, a crise passou de grave a séria, depois seriíssima e agora está perto de igualar o estrago do “crack” das bolsas de 1929. Esta semana, finalmente convencido de que não está lidando com uma “marolinha’, Lula tomou uma providência: foi à Itália pedir ajuda ao papa…
VICTOR GERMANO PEREIRA (victorgermano@uol.com.br)
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