O ano precisa começar na política brasileira. Para quem desmata a Amazônia, ele já começou há muito tempo. Primeiro, tivemos a informação do aumento do processo de devastação. Logo em seguida, veio o plano de combate do governo, composto de uma série de medidas requentadas, pois algumas delas já faziam parte do Amazônia Sustentável. A primeira repercussão do plano do governo foi oferecida pelos próprios representantes do IBAMA na Amazônia.
Lembraram aquilo que parece razoável também para os observadores que não moram, mas viajam constantemente para lá. Não adianta ameaçar com medidas tais como corte de crédito ou qualquer outra coisa que pressuponha uma atividade legal: o desmatamento é feito de forma ilegal, ninguém está dando muito confiança para represálias desse tipo. Era preciso realmente um projeto que não fosse tão dispersivo como o atual, mas que atuasse diretamente nas áreas desmatadas, reduzindo a atuação dos grupos de desmatadores.
Mandar 760 policiais federais pode ser interessante. Desde que seja muito esclarecida qual será a logística para cobrir essa nova presença, e definido quem fornecerá os meios de transporte (helicópteros, aviões e barcos) para que possam se deslocar rapidamente. Uma operação de controle da Amazônia por terra implica em muita gente e muito dinheiro, apesar dos recursos tecnológicos que o satélite nos oferece e o próprio Sivam complementa.
Temos, também, uma grande escola de luta na selvas. Por que não mobilizar as Forças Armadas? Não pode ser considerada ameaça à segurança nacional, essa constante devastação da Amazônia?
Por isso é preciso fazer um bom plano e articular a ajuda externa em função desse plano. Celso Amorim afirmou que o Brasil aceitava reduções do desmatamento universalmente controláveis. É hora de continuar a conversa de Bali, pois ela pressupunha seriedade e persistência.
Fonte: Fernando Gabeira
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