A publicação dos 468 atos secretos recém-descobertos no Senado, para tentar evitar a caracterização do sigilo, partiu de um integrante do grupo de funcionários ligados a Agaciel Maia, ex-diretor geral da Casa e pivô do atual escândalo. Promovido a diretor de Recursos Humanos em março passado, Ralph Siqueira, que participou da comissão encarregada de investigar a existência de atos secretos, ordenou a introdução dos boletins no sistema administrativo do Senado para legalizá-los.
Estudantes protestaram contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), perto da entrada do plenário; com a indefinição do PT, o PMDB busca votos na oposição para livrar Sarney de responder a um processo de cassação no Conselho de Ética.
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