Embora proibido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) há quatro anos, o nepotismo ainda é prática comum nos tribunais do País. Atualmente, o CNJ investiga 39 casos de contratações de parentes no Judiciário. Cada procedimento envolve contingente variado de contratados que não passaram pelo crivo do concurso público. Para dificultar a descoberta de casos, servidores adotam o nepotismo cruzado – quando um emprega parente de outro e este contrata familiar daquele.
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