Mesmo com todo o apoio da cena externa, o mercado de câmbio local parece respeitar limites próprios. O ponto em questão é o R$ 1,75, patamar já testado e respeitado diversas vezes no ano, seja por razões técnicas, ou por receio de maior atuação do Banco Central no mercado.
Depois de cair a R$ 1,745, o dólar comercial encerrou o pregão negociado a R$ 1,751 na venda – menor preço desde o dia 3 de maio -, uma queda de 0,28%. No mercado futuro, o dólar com vencimento em setembro, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), mostrava baixa de 0,29%, a R$ 1,762.
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