O diplomata brasileiro Bruno de Lacerda Carrilho, citado pelo embaixador americano em Paris em um despacho vazado pelo WikiLeaks, afirmou ontem que o teor do documento reflete a impressão de quem o escreveu.
No despacho, Carrilho é citado três vezes. Primeiro, como autor de um comentário segundo o qual o engajamento pessoal do presidente francês Nicolas Sarkozy nos negócios com o Brasil é apreciado em Brasília e que haveria dúvidas se o americano Barack Obama faria o mesmo. Segundo, que a transferência de tecnologia prometida pelos franceses em suas vendas militares são consideradas pelo Brasil algo mais do que uma simples relação comercial. Terceiro, que ele sugeriu que pode haver mais negócios militares entre Brasil e França.
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