Depois do presidente Lula da Silva ser vaiado estrepitosamente na abertura dos jogos panamericanos, o acidente com o Airbus da TAM no Aeroporto de Congonhas, provocou um sentimento de “raiva” na população brasileira com o seu governo, comparável ao sentimento dos americanos após a passagem do furacão Katrina, em 2005, segundo uma reportagem do diário americano Los Angeles Times. “Cidadãos comuns manifestaram sua raiva e sua frustração numa maneira pública, que lembra como os americanos reagiram à resposta do governo Bush ao furacão Katrina que devastou a cidade de Nova Orleans”, diz o jornal.
Para o jornal, a “impressão de alguns brasileiros de que o governo está mais preocupado com sua imagem do que em resolver o caos da aviação foi reforçada por um incidente na quinta-feira, no qual o assessor e ministro sem pasta Marco Aurélio Garcia foi mostrado na televisão aparentemente fazendo um gesto obsceno e triunfante ao ouvir a notícia de que a aeronave sinistrada teria um problema técnico que poderia ser a causa do acidente”.
Outras publicações internacionais dedicaram espaços neste sábado ao acidente. O The New York Times relata que Lula “rompeu três dias de silêncio após o pior acidente aéreo da história do Brasil”, aparecendo na televisão com um pronunciamento “para assegurar aos brasileiros preocupados ter ordenado mudanças imediatas no problemático sistema de aviação civil do país”. O jornal registra que “Lula vem sendo amplamente criticado por mostrar uma falta de liderança desde o acidente com o Airbus.
O diário El Clarín, de Buenos Aires, comenta que Lula estava “abatido” no programa da televisão e “admitiu as deficiências do sistema aéreo brasileiro”. “Foi a primeira expressão de condolências do Presidente, que guardou um inexplicável mutismo por 72 horas, omissão muito criticada que se somou ao erro de um importante assessor, Marco Aurélio Garcia, que em vez de se mostrar consternado, preferiu celebrar um ‘triunfo político’ governista pela descoberta de problemas técnicos no avião acidentado”.
Le Figaro, da França, publica que “talvez o comprimento e a cobertura da pista de aterrissagem do aeroporto de Congonhas não sejam suficientes para explicar o acidente de terça-feira”, ressaltando o problema mecânico do Airbus-320, de fabricação francesa, com o reversor que apresentou falhas.
(BBC/BR, Uol News, MS)
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