Algumas visões ortodoxas sustentam que, para eliminar o problema do “juro alto, câmbio valorizado”, o governo e a sociedade brasileira teriam de fazer uma escolha entre desindustrialização e fim do Estado do bem-estar social, uma verdadeira “escolha de Sofia”. E o governo atual tenta – segundo a perspectiva ortodoxa – escapar desse dilema por intermédio da política de acumulação de reservas conduzida pelo Banco Central.
Tendo em vista que o Brasil convive há vários anos com o problema do “juro alto, câmbio valorizado”, não nos parece correto basear toda uma argumentação lógica sobre um pressuposto – o pleno emprego – que se aplica apenas ao período bem mais recente da economia brasileira. A premissa de que a escassez de poupança se deve aos incentivos perversos produzidos pela Constituição de 1988 também parece não ser uma hipótese plausível. (Valor Econômico)
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