Em pouco mais de um mês como presidente, Dilma Rousseff imprimiu um ritmo próprio e mudanças de gestão e rumo, deixando claro que não pretende passar para a História como alguém que apenas deu continuidade ao governo Lula. Ela já demonstrou, por exemplo, que não está disposta a afagar ditaduras, como a do Irã, e relevar violações dos direitos humanos, em nome do pragmatismo que orientou a política externa do seu antecessor. Nem é adepta de adiar a solução para crises políticas; mais de uma vez, demitiu assessores que avançaram o sinal – caso de Pedro Abramovay, afastado da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), após propor que pequenos traficantes não fiquem presos. Na política econômica, também mostrou estilo distinto ao de Lula: enfrentou a pressão das centrais sindicais por um reajuste maior para o salário mínimo. Mesmo mantendo os 37 ministérios de Lula, nomeou quatro gerentes para dar mais agilidade à administração. Tal independência já causa mal-estar no grupo mais ligado a Lula. (O Globo)
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