A nova siderúrgica do Rio, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) – que iniciará suas operações em 2010, em Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade -, aumentará em 76% a carga de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. A previsão é de uma produção de 9,7 milhões de toneladas de CO2, por ano. O valor representa mais de 12 vezes o total de emissões industriais desse gás no município do Rio.
O Brasil precisará gastar R$ 100 bilhões se quiser alcançar a meta de reduzir o desmatamento em 80% e diminuir em 20% as emissões brasileiras de CO2, até 2020. A conta é do próprio governo, mas não está claro de onde virá o dinheiro.
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