“A falta de presença imediata do presidente e do governo diante da população em choque, com agravantes trazidos pela chamada crise aérea, convidou a uma ofensiva descontrolada da comoção que invadiu TV, jornais, rádios, a rua, a casa, cada qual com o berro de sua acusação ao governo. É a própria situação que Lula não deve proporcionar, porque o fato de seu governo privilegiar a satisfação das classes altas não o torna, como supõe, mais imune à hostilidade desse poder social, econômico e comunicatório.
De inertes, Lula e o comando do governo passaram a acuados. A mal preparada fala presidencial não passou mais do que a imagem de uma capitulação remendada – e foi isso mesmo. Com a progressão das reações emocionais, não só a racionalidade tão necessária foi-se toda, não só o jornalismo recuou décadas ao reencontro até de editoriais como manchetes.
Criou-se um ambiente muito mais propício à expansão das insatisfações com o governo e de cobranças mais ácidas. Para as quais o governo não está preparado, por falta de qualidade do seu nível ministerial, feito de transações politiqueiras, e por carência absoluta de sofisticação política no círculo presidencial.O governo expôs tanto a sua fragilidade que, daqui para frente, entra em uma situação que lhe é desconhecida”.
Jânio de Freitas, jornalista
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