Uma medida moralizadora adotada na Infraero contra indicações políticas abriu uma crise com o principal aliado do governo Lula, o PMDB. Um novo estatuto torna obrigatório que quatro das cinco vagas da diretoria da Infraero sejam preenchidas por funcionários de carreira. Os cargos comissionados foram reduzidos a 12 – hoje são 109 – e 28 pessoas, demitidas. Recebidos por Lula, líderes do PMDB alertaram que as mudanças podem provocar derrotas no Congresso e prejudicar a aliança com o PT em torno da candidatura da ministra Dilma Rousseff. Demissões anunciadas, como a de Mônica Azambuja, ex-mulher do líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves, foram suspensas.
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