Folha de Álbum
De repente uns desejos fúteis
tivesdes, de escutar um pouco
as várias músicas inúteis
das minhas flautas de um som rouco.
Esta canção que eu comecei
ante a paisagem, frio e grave
ficou melhor quando a cessei
para olhar vosso olhar suave.
Sim, este vão sopro que expulso
até meu último limite
(meus dedos hirtos movo a pulso)
falha se imita, embore imite,
o vosso claro, natural,
riso infantil e matinal.
Mallarmé
(tradução de Luis Martins)
Do livro: “Obras Primas da Poesia Universal”, Livraria Martins Editora, 1954, SP
O Poeta
Veja a biografia do poeta clicando Aqui
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Peço humildemente aos que acessarem este artigo para ler, reler, analisar e refletir sobre o pensamento…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) A farsa e os farsantes têm um capítulo reservado na História da Civilização. Como os brasileiros…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Tenho revelado nos meus posteres a minha defesa intransigente da Paz Mundial como forma de mantermos…
MIRANDA SÁ (Email: mirandaasa@uol.com.br) Impor a polarização eleitoral dos extremistas da falsa direita e da falsa esquerda pela massiva propaganda…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Segundo a mitologia greco-romana, arte de curar com drogas preparadas com ervas medicinais se deve ao…