Foi uma campanha eleitoral de alguma reviravolta, algum sobe-e-desce de candidatos nas pesquisas.
Vitórias consideradas certas estão mostrando que não são tão certas. Derrotas tidas como favas contadas talvez não sejam exatamente assim.
Mas também há candidatos que estavam na liderança na largada da campanha e vão confirmando o favoritismo.
Assim como há candidaturas que largaram na lanterninha e lá continuam até hoje.
Os últimos debates — onde foi possível realizar –, mesmo em horário um tanto tardio devem ter mantido muitos eleitores acordados e devem ter ajudado a diminuir o batalhão de indecisos ainda registrados pelas últimas pesquisas.
De hoje até domingo, meu caro eleitor, você tem algum tempo para pensar sobre tudo o que aconteceu nesta campanha.
Se você ainda pertence ao contingente de indecisos, faça um balanço da campanha. Lembre-se de quem se comportou bem e de quem se comportou mal.
De quem prometeu coisas que não vai poder cumprir, de quem fez política para valer e de quem se apoiou em jogadinhas de marketing.
Lembre-se de quem acusou sem provas, de quem lançou ofensas ao adversário. Tudo isto tem que ser muito bem avaliado na hora de você escolher seu candidato a prefeito e a vereador.
Procure saber o máximo possível sobre a biografia de seu candidato. Se ele (ou ela) nunca exerceu cargo público, procure se informar sobre como se comporta na vida particular.
Não existe isso de uma ética pública diferente da ética privada.
Afinal, já dizia o barão de Itararé, o indivíduo fará na vida pública a mesma coisa que faz na privada.
Procure conhecer os outros candidatos do partido e da coligação. Afinal, pelo sistema proporcional, o eleitor pode votar num candidato corretíssimo — e o seu voto servir para eleger um bandido.
Finalmente, leve anotados os números de seus candidatos. Tome todo o tempo de que precisar para votar direito. Não se apresse.
Você é a pessoa mais importante do mundo no dia da eleição.
Democracia é assim mesmo, dá um pouquinho de trabalho, mas é muito melhor que a ditadura, né não?
E na hora de votar, pense que voto não é garantia de nada. Aliás, nada é garantido nesta vida.
Não tenha medo de assombração. Vote com alegria, vote com independência, vote sem medo.
Afinal, voto é aposta, é sonho.
Como dizia o presidente Juscelino Kubitschek, voto é esperança.
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