Paira sobre o PSDB a sombra da estratégia adotada pela campanha presidencial do partido em 2006, na passagem do primeiro para o segundo turno.
Três são os erros apontados: a demora na retomada do programa eleitoral, o abraço do afogado em aliados errados (naquele caso, Anthony Garotinho) e a entrega da agenda nas mãos do adversário.
Em São Paulo, se a vaga na final for de Gilberto Kassab, petistas e tucanos contarão com a mesma dupla de marqueteiros da época: João Santana e Luiz Gonzalez. Uma boa chance para conferir se o que predomina é a ótica publicitária ou a visão do comando político.
Dora Kramer, jornalista
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