Sem voto, mas muito prestígio
Impressionante como num regime político, aparentemente partidário e dito representativo, muita gente se mantenha na onda e no auge dos acontecimentos, sem ter voto majoritário.
Apenas dois exemplos: Michel Temer e Aldo Rebelo. Mal e mal se elegem deputados, mas estão sempre “trabalhando” para a conquista de cargos sem povo. Aldo pensava em ser vice-prefeito.
Temer há anos quase não se elege deputado, persegue a presidência da Câmara. E surpreendentemente é ouvido e seguido.
Hélio Fernandes, jornalista
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