Buster Keaton (Joseph Frank Keaton, Kansan, 04/10/1895 – San Fernando, Califórnia 01/02/1966, considerado um dos gênios do cinema mudo. Ator, roteirista, diretor e, muitas vezes, produtor de seus filmes, Keaton (o apelido “Buster” ganhou do mágico Houdini), praticamente começou sua carreira aos três anos e nunca parou: seus pais, Joe e Myra, eram artistas de Vaudeville e em 1917, já em Hollywood, Keaton começava uma carreira que nunca abandonaria.
Ao lado de outro comediante histórico, Fatty Aruckle (O Chico Bóia, 1883-1934), fez 16 comédias de uma bobina em apenas três anos e, passando depois a trabalhar em suas próprias produções se tornaria um dos nomes mais populares do cinema nas décadas de 1920 – com filmes como “Nossa Hospitalidade”, “Marinheiro por Descuido”, “Os Sete Amores” e, especialmente, “A General” (1927), considerada sua obra-prima.
Buster Keaton, um criador da mesma voltagem que Charles Chaplin – embora só tardiamente (a partir de 1962, quando a Cinemateca Francesa fez um retrospectiva e foi homenageado em Veneza) reconhecido em sua dimensão.
A vida de Keaton não foi um mar de rosas. Embora tivesse se tornado rico e famoso ainda jovem, um contrato que fez com o terrível Louis B. Mayer, na MGM o prejudicou, pois subordinado às regras do “Raja” de Hollywood teve limitações em sua inventividade e vários projetos fracassaram.
Um divórcio de sua primeira mulher, Natalie, levou seus bens e se tornou alcoólatra. Voltaria, é claro, ao cinema fazendo participações em filmes clássicos (1950, “Crepúsculo dos Deuses”, de Billy Wilder; “Luzes da Ribalta”, l952; “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, 58, de Michael Anderson), no final de sua carreira, após aparecer em “Deu a Louca no Mundo” (62, de Stanley Kramer) e na transposição ao cinema do musical da Broadway, “Um Escravo das Arábias em Roma” (66, da Richard Lester) apareceu numa série de filmes sobre jovens roqueiros rodados pela American International.
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