James Dean como o cowboy Jett no filme “Assim Caminha a Humanidade” . Seu último filme.
“James Dean morreu exatamente no momento certo. Se tivesse vivido, não teria conseguido fazer jus à imagem e à lenda criada pelos agentes de publicidade da Warner…” Essas são palavras do cínico Humphrey Bogart, um dos ídolos de James Dean. O outro era Marlon Brando. Na verdade, o mundo do cinema ficou tomado de uma necrofilia emocional, e os fãs de James Dean até aumentaram quando ele chocou seu Porsche prateado contra um outro carro na perigosa estrada de Salinas na Califórnia, dirigindo a mais de 150 Km/h.
O que mais comoveu foi o fato de ter apenas 24 anos e uma brilhante carreira pela frente, como o maior rival de Marlon Brando tivera, ambos grandes atores e avessos às futilidades do estrelado em Hollywood. James Byron Dean nasceu em Marion (Indiana) e morreu num acidente de carro que interrompeu sua carreira no auge e o transformou em mito cultuado ainda hoje.
Filho de um dentista, perdeu a mãe aos sete anos. Cresceu numa fazenda de Iowa e após concluir o secundário foi para Los Angeles, onde estudou no Santa Monica Junior College e na UCLA. Como ator, integrou o grupo teatral de James Whitmore (veterano que reapareceu em “Um Sonho de Liberdade”, como o bibliotecário da penitenciária Shawshank) e fez pontas em quatro filmes, entre eles “Baionetas Caladas” (1951), de Samuel Fuller, e “Sinfonia Prateada” (1952), de Douglas Sirk.
Foi em Nova York, no entanto, que sua carreira decolou: assistiu a aulas no lendário Actors Studio, fez pontas na TV e duas peças na Broadway. A segunda, “The Immoralist” (1954), lhe valeu um teste na Warner. Pouco tempo depois, já era um ídolo em todo o país. Estrelou os filmes: “Juventude Transviada” (1955), “Vidas Amargas” (1955) e “Assim Caminha a Humanidade” (1956).
Os dois últimos lhe renderam indicações póstumas ao Oscar de melhor ator. Em 30 de Setembro de 1955 quando dirigia seu Porsche rumo a Salinas, onde participaria de uma corrida, sofreu um acidente fatal que lhe tirou a vida. Inúmeros livros e filmes – como “O Espírito de James Dean” (1978), de James Bridges, e “James Dean, o Mito Sobrevive” (1982), de Robert Altman – dedicaram-se nas últimas décadas a analisar a personalidade do ator e o impacto de sua morte sobre milhões de fãs.
James Dean é um dos maiores ícones do cinema mundial e será para sempre o maior rebelde da história da sétima arte. Viva James Dean!
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