Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
2.
Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) A Polícia Civil de Santa Catarina fazendo investigações e apreensões para reunir provas, identificou quatro adolescentes…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) O noticiário televisivo nos traz numerosos casos de envenenamento ocorridos em família, entre vizinhos e desafetos.…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Meditando no Mosteiro de Santa Catilina de Siena (B.A.) considerei ficar e lutar pelo imperativo da…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Ciência nos mostra que historicamente o ser humano, desde sua formação primitiva na pré-história, jamais…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Um tuiteiro postou outro dia a foto de uma Balança antiga, de dois pratos e sua…