A comissão para controlar as contas sigilosas do Senado não se reúne há cinco anos e tem um funcionário morto entre os membros. Esse grupo deveria analisar as movimentações de três contas criadas para gerir contribuições de servidores que aderiram ao plano de saúde da Casa. Na prática, a tarefa coube ao ex-diretor-geral Agaciel Maia.
Com saldo de R$ 160 milhões, as contas não são fiscalizadas, como revelou a Folha. O Senado decidiu chamar auditoria para checar movimentações.
A descoberta de que o Senado mantinha contas secretas que movimentaram milhões sem controle algum levou o presidente da Casa, José Sarney, a romper com o ex-diretor-geral e antigo aliado, Agaciel Maia. Irritado, o senador ordenou uma devassa na atuação de Maia.
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