1º de março de 1948 — Plano Marshall é apresentado ao Senado americano
O presidente do Senado americano, Arthur Vandenberg apresentou à Câmara Alta o Plano Marshall, destinado a recuperar a economia européia no pós-guerra. Vandenberg defendeu a rápida aprovação do projeto, para, segundo ele, “deter a Terceira Guerra Mundial antes que comece”.
JB - Fatos Históricos
O presidente do Senado destacou também que a implementação do plano era um ponto decisivo na história dos próximos 100 anos. Vandenberg alertou ainda que integrantes do Kremlin, sede do governo da ex-URSS, deram ordens aos comunistas em todo o mundo para que boicotassem o programa.
Vandenberg ressaltou o grande perigo representado pelas “conquistas subversivas inspiradas nos russos” e declarou: “O comunismo agressivo ameaça todas as liberdades e todas as garantias tanto no velho como no novo mundo”, concluiu.
Ao fim de seis anos de combates da Segunda Guerra a Europa estava em ruínas. Estradas-de-ferro, minas, portos, pontes, canais, linhas de metrô transformaram-se em um imenso entulho.
As baixas entre civis e militares na parte ocidental somavam 16 milhões e na ex-URSS chegavam a 20 milhões. Outros 30 milhões de europeus haviam perdido suas casas e se deslocaram para fugir das batalhas. A fome e a pobreza assolavam o continente, agravadas pelo inverno, que fora especialmente rigoroso em 1947.
Com receio que a ex-URSS expandisse sua influência na Europa, os Estados Unidos resolveram lançar o Plano Marshall, de ajuda aos países envolvidos nos conflitos da Segunda Guerra. O Plano Marshall foi criado pelo então secretário do Estado Americano George Marshall. Ingleses, franceses, belgas, holandeses, italianos e alemães aderiram ao projeto com entusiasmo.
Já os países do bloco soviético, composto por Polônia, Hungria, Tchecoslováquia, Iugoslávia, Romênia e Bulgária rejeitaram a oferta.
Investimentos na recuperação da economia européia
Os empréstimos foram concedidos entre 1948 e 1951 e restabeleceram o
crescimento industrial e agrícola da Europa. Inicialmente foram injetados 17 bilhões de dólares.
Os Estados Unidos puderam ser tão generosos com os europeus porque haviam saído da guerra com suas reservas ampliadas em 56%, além de concentrarem 84% de todo o ouro acumulado no ocidente.
Para conter o avanço soviético, paralelamente ao Plano Marshall, os americanos também investiram pesado em armamentos e artefatos nucleares.
Fonte: JB/Fatos Históricos
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) As lapinhas (também conhecidas como pastoril) fazem parte da tradição popular nas festas de Natal e…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Na minha infância, lá se vão mais de 80 anos, havia uma brincadeira muito divertida em…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) ... E o que vem a ser “Fascismo”? Pela História, é a representação política de uma…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) A farsa e os farsantes têm um capítulo reservado na História da Civilização. Como os brasileiros…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Como verbete dicionarizado, a palavra Apocalipse etimologicamente, indica o ato de revelar algo que estava coberto,…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Defendo que cada pessoa pode adotar a religião que quiser. Pode adorar o sol, reverenciar o…