Simón Rey, um pequeno produtor rural boliviano que sempre teve lavoura de café em Caroico, a duas horas de La Paz, conseguiu aumentar sua renda seguindo os sitiantes vizinhos, que plantam coca. Nos anos 80 e 90 ele foi incentivado pelos americanos a adotar culturas alternativas como café, laranja e hortaliças.
Agora, porém, a coca parece imbatível na região, com forte aumento de produção. Não é só pela terra, mais propícia à cultura. Há o fator preço, que tem subido no mercado legal — os bolivianos mascam a folha e a usam para fazer chá. E há, acima de tudo, o fator Evo Morales que sob seu governo, os cocaleiros deixaram de ser perseguidos. “Coca não é droga” é uma frase que virou hit e estampa camisetas vendidas em todo o país.
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