No país do “me engana que eu gosto”
Cheguei a uma conclusão patética, meio na linha do raciocínio do João Ubaldo Ribeiro, que dedicou numa crônica publicada n’ O Globo à “popularidade do homem”: toda essa escalada vem do brilho de quem nada faz e é impulsionada pela imagem assustadora dos seus adversários.
É isso mesmo. O sistema bancou a desinformação do povo até obter o mais alto nível de despolitização, que se reflete na confirmação do congelamento crítico e da assimilação por exclusão.
Aos olhos do povo, inclusive agora da escolaridade razoável, Lula cresce na comparação. Ele seria melhor do que as velhas raposas que dominaram por décadas e, embora não faça nada diferente, antes pelo contrário, pelo menos é um dos “nossos”, alguém que também já comeu do pão que o diabo amassou.
Pedro Porfírio, jornalista
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