Mal comparado
O pior nos defensores da tática de difamação da campanha de Marta Suplicy – a própria incluída – não é nem o cinismo de soltar o veneno fazendo cara de inocente e pouco caso dos neurônios alheios.
Erro grosseiro de cálculo mesmo foi acreditar piamente que a candidata poderia ficar imune aos maus efeitos do uso da malícia de caráter sexual contra o adversário, da mesma forma como Lula conseguiu ficar distante dos escândalos ocorridos no PT e no governo.
Há diferenças abissais entre os personagens e as situações que não foram consideradas: além do poder que intimida, Lula tem o perfil do oprimido e contou o tempo inteiro com a ausência do contraditório.
Este último fator, subestimado, talvez tenha sido determinante na conta do fracasso ou sucesso das estratégias e explique muito a respeito da frustração de outros candidatos favoritos que confiaram no peso do exemplo de cima, mas foram atropelados por adversários supostamente mais fracos.
Menosprezaram o fato de que Lula não é regra, é exceção. É aí onde reside a falácia do automatismo da transferência de votos.
Dora Kramer, jornalista
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