A decisão da Petrobrás de divulgar informações obtidas por meios de comunicação privados “ao primeiro minuto do dia previsto para a publicação da matéria” ou é fruto da relutância em reconhecer por completo um erro ou é produto de autoritarismo incurável.
Não é da alçada da empresa petrolífera as decisões tomadas numa redação de jornal, revista, emissora de rádio ou televisão. A prerrogativa é exclusiva dos editores que não são obrigados a prestar contas ao Estado sobre quando, como e onde divulgarão seu material jornalístico.
Queira o bom senso, portanto, que a Petrobrás não se proponha a fazer como a ditadura na época da censura prévia e montar um serviço de controle do noticiário a ser publicado.
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