Abraços, sorrisos e desconfianças
José Sarney pela manhã, Michel Temer à tarde, o gabinete do presidente Lula, ontem, era uma festa só. Abraços, sorrisos, votos recíprocos pela reafirmação da aliança entre o PMDB e o governo marcaram os dois diálogos. Sem faltar a presença de Dilma Rousseff.
O diabo é que ninguém confia em ninguém, sequer o novo presidente do Senado no novo presidente da Câmara. Lula acreditou em Sarney quando ouviu dele que não se candidataria à sucessão de Garibaldi Alves? Sarney acreditará em Lula quando acentua não aceitar o terceiro mandato? O presidente da República tomará como declaração irreversível de Michel Temer que o PMDB não marchará com José Serra?
CARLOS CHAGAS, jornalista
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