No Brasil, sempre que alguém usa a expressão “exercer a cidadania”, é o caso de você procurar onde guardou o Engov. Como explicar a essa gente — haverá base material, quero dizer, massa encefálica suficiente? — que aquele que decide não votar é também cidadão pleno e que a prerrogativa de não participar é um dos direitos da tal “cidadania”?
Como explicar a essa gente do miolo mole que a não-participação, a falta do entusiasmo com a “coisa pública”, é que é sinal de maturidade?
Reinaldo Azevedo, jornalista
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Segundo a mitologia greco-romana, arte de curar com drogas preparadas com ervas medicinais se deve ao…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) As lapinhas (também conhecidas como pastoril) fazem parte da tradição popular nas festas de Natal e…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Na minha infância, lá se vão mais de 80 anos, havia uma brincadeira muito divertida em…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) ... E o que vem a ser “Fascismo”? Pela História, é a representação política de uma…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) A farsa e os farsantes têm um capítulo reservado na História da Civilização. Como os brasileiros…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Como verbete dicionarizado, a palavra Apocalipse etimologicamente, indica o ato de revelar algo que estava coberto,…