No 2º turno, o PT “colloriu” de vez
MIRANDA SÁ, jornalista
E-mail: mirandasa@uol.com.br
O que ocorre na deprimente e vexatória campanha de Marta Suplicy em São Paulo é, certamente, o reflexo da influência dos pelegos – hoje com Lula da Silva na Presidência da República.
Não houve surpresas na alopração de Marta e dos seus marqueteiros contra o prefeito Gilberto Kassab. Tivemos apenas a confirmação da atração fatal dos pelas jogadas sujas quando querem se eleger.
Quem não se lembra da campanha de Aloizio Mercadante contra José Serra? É impossível apagar da memória a tresloucada aventura dos seus assessores praticando toda sorte de vilezas, infâmias, difamações, dossiês e muito dinheiro de origem ignorada…
Alguém já escreveu que petista diante de derrota eleitoral é um perigo, e é verdade. No mínimo, expõe o rancor acumulado contra tudo e contra todos, sem controlar instintos primitivos. Quando pode, apela para a ilegalidade, usando a ameaça, a perversão e o terrorismo
No caso em pauta, a impudica agressão a Kassab patrocinada pela equipe indicada por Lula da Silva para a campanha de Marta, tem um duplo aspecto: primeiro, o feitiço se voltou contra o feiticeiro; e, segundo, são injúrias e insultos que não atingem somente o Prefeito, mas a todo eleitorado paulistano.
Quando a imprensa democraticamente procurou os responsáveis pela estratégia suicida, a senhora Marta menosprezou – quem diria! – a inteligência alheia, transferindo a responsabilidade de desabonar a personalidade de Kassab para o marketing da campanha…
Esta atitude mostra a radiografia de corpo inteiro do novo PT que, depois de assumir o neoliberalismo econômico, a prática corrupta de PC Farias, finalmente “colloriu” em questões de ética.
Com a peça veiculada no horário eleitoral sendo criticada à unanimidade, inclusive pelos companheiros de partido, de Lula ao ex-marido, senador Suplicy, Marta passou a batata quente para os marqueteiros, declarando que não era responsável pela provocação.
Ela mentiu. Como a mentira é endêmica e epidêmica, atinge todos à sua volta. Assim, seu assessor de campanha Mário Moysés, fez distribuir uma nota manhosa desviando o fulcro da hostilidade, com a versão encontrada no Blog do franco-argentino Luiz Favre, marido de Marta.
De nada adiantaram os estudos de psicologia da candidata petista. Vê-se que pelas suas contradições, não passa de uma charlatã, em confronto com a personalidade que criou. Assume – ela e não Kassab – duas caras.
Esperamos os neo-petistas colloridos aprendam neste 2º turno eleitoral que apenas um entre eles pode escapar das transgressões: é o mestre em artimanhas Lula da Silva, que usa a armadura da popularidade, a espada do poder e a chave do cofre.
O resto é o resto. Dona Marta, apequenada, não tem outra alternativa senão relaxar e gozar diante da derrota inevitável.
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