O dom de iludir e confundir
“Dona Dilma”, como o presidente Lula agora chama a candidata à sua sucessão, é tida como candidata, recebida como candidata, apresentada como candidata, anda para lá e para cá como candidata, Lula faz de tudo para que assim ela apareça no noticiário, mas não admite que se digam as coisas como elas são. Quer que sejam ditas como lhe interessam.
No encontro de prefeitos, queria que as notícias relatassem uma reunião de trabalho entre o presidente, ministros e chefes de executivos municipais. Sem nenhum outro significado: de promover Dilma Rousseff, propiciar um passeio com presentes em substituição a uma marcha de reivindicações ou angariar simpatias de potenciais cabos eleitorais.
DORA KRAMER, jornalista
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