A carga tributária no Brasil voltou a bater recorde no ano passado e chegou a 35,8% do Produto Interno Bruto (PIB). O número representa alta de 1,08 ponto percentual sobre 2007, apesar do fim dos recursos da CPMF. O crescimento da economia em 2008 até setembro – antes do agravamento da crise mundial – garantiu o aumento da arrecadação, principalmente do Imposto de Renda, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas. A União foi o principal responsável pelo aumento da arrecadação no ano passado. A receita maior coincide com um período de aumento de gastos públicos, com pessoal e custeio.
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