Desempregado, o economista Marcos Costa entrou no site do Ministério do Trabalho para consultar o andamento de sua solicitação de seguro-desemprego e constatou que precisaria digitar “vagabundo” (apresentada num tipo de caça-palavra) para prosseguir. Ofendido, o economista escreveu para o Eu-Repórter, a seção de jornalismo participativo do jornal O Globo. Outras palavras usadas eram “frouxo” e “perua”.
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