Em 2002, quando coordenava a equipe de infraestrutura do governo de transição do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff teve uma reunião com diretores de empresas de comercialização de energia elétrica e os chamou de “nefastos atravessadores”. Em sete anos, a colaboradora do PT passou de ministra das Minas e Energia à Casa Civil e, de lá, a candidata do presidente à sucessão. Nesse período, a postura de confronto com o setor empresarial cedeu espaço para uma atitude de maior valorização da iniciativa privada.
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