Comentário

Cony evitava ser “refém de Dilma e Lula” (O Antagonista)

Em setembro de 2016, Carlos Heitor Cony escreveu o seguinte sobre Lula na Folha:

 

“Não lhe adianta acusar as elites, o imperialismo e os golpes que alega estar sofrendo.

 

Na sua primeira investida rumo ao poder, era um líder respeitável e pobre. Levado pelo seu primeiro secretário de imprensa, o elegante Ricardo Kotscho, cheguei a comprar uma camisa do PT para ajudar a sua eleição. Apesar da minha modesta contribuição, ele não se elegeu (votei em Brizola) e deixou de vender camisas, inaugurando uma corrupção que não soube parar e que agora o atinge pessoalmente. A pobre e solitária camisa, que lhe comprei e nunca vesti, não pode concorrer com o mensalão, o petrolão e a Lava Jato.”

VOTO DISTRITAL

Trazendo o subtítulo “Este Me Representa” – o livro do economista e pensador político Antônio Figueiredo, chegou-me à mão por cortesia do autor; a quem agradeço duplamente: pela preciosidade do texto e o gentil oferecimento.

A linguagem escrita traz a simplicidade que agradaria ao seu epigrafado, o imortal poeta Olavo Bilac: Atende ao adulto sedento de informação, e à criança, com desenhos e gravuras para estimular a busca do conhecimento que lhe faça amar “com fé e orgulho” a nossa Pátria.

Valoriza ainda mais o importante e atual trabalho de Antônio Figueiredo a presença de dois conhecidos participantes das redes sociais; o jornalista Sando Vaia, falecido, mas ainda vivo na nossa memória pelas brilhantes intervenções político-filosóficas, e o professor José Carlos Bortoloti, mestre insuperável nas lições que oferece, por amor à cultura, no Tuitter.

O voto distrital é uma proposta que sobrevoa o desejo de aprimorar a representação política no Brasil, tão vilipendiada pelos partidos existentes, mantenedores do ‘status quo’; e desprezada pelos políticos profissionais corporativistas, fisiologistas e nepotistas.

A tese defendida por Figueiredo é clara e concreta; melhor ainda é a crítica contundente ao sistema vigente, com a análise acurada de situações insólitas. Mais além da avaliação da conjuntura, encontra-se propostas exequíveis, didáticas, fáceis de assimilar sem o rebuscado do ‘economês’, ‘juridiquês’ ou ‘politiquês’ que engrossam os chamados ‘livros técnicos’.

Folheei o “Voto Distrital” pensando em deixar para lê-lo mais adiante. Não resisti. Fui hipnotizado na abertura com um bico de pena de São Paulo em 1821 e a afetuosa Chamada “O cercadinho do meu Distrito”; daí sucedeu o prólogo autobiográfico, a Apresentação direta sem mi-mi-mi e o retalhamento federativo do Brasil.

Acompanhando esta obra de referência, Figueiredo anexou uma cartilha com notas explicativas sobre o voto distrital, um beabá para quem ainda não estudou o problema, embora revoltado contra o quadro eleitoral ainda dominado por facções ou grupos familiares sem autenticidade para nos representar.

(“Abro um parênteses para dizer que quando me aconselharem a ver um filme, não detalhem suas qualidades essenciais, a atuação dos personagens, os cenários e a trilha musical. Se me contarem o final, eu esgano!”)

Por pensar assim, creio que para penetrar na alma do livro e no pensamento vigoroso do autor teria que reproduzi-lo palavra por palavra, ou calar-me para sempre… rsrsrs.

Dessa maneira, aconselho aos interessados numa leitura recompensadora a comprar o livro na livraria de sua cidade, não percam; é leitura obrigatória para quem quer um Brasil melhor para nós, nossos filhos e netos.  MIRANDA SÁ 

INFELIZ ANO VELHO

Balanço & Esperanças

Dilma Rousseff ocupa a presidência da República ilegalmente, pois sua campanha foi financiada por propinas no esquema de corrupção da Petrobras, para não falar das promessas mentirosas.

De positivo não se aponta uma só realização do seu governo no infeliz Ano Velho de 2015, mas quanto os erros, desleixos, incompetência e corrupção, ela nos trouxe embrulhados no papel celofane da falsidade

Os presentes de Natal da falsa “gerentona” já foram divulgados amplamente pelas redes sociais, mas não custa anexá-los:

 

BALANÇO

 

  1. Rombo de R$ 120 bilhões nas contas públicas;
  2. Maior inflação dos últimos 12 anos e o menor PIB entre os países emergentes;
  3. Desemprego galopante e diminuição da renda dos assalariados;
  4. Corte de R$ 2 bilhões na Educação, sob o silêncio dos pelegos da UNE e UBES;
  5. Fronteiras escancaradas ao tráfico de drogas e armas;
  6. Hospitais fechados ou em espiral falimentar sem os itens básicos de tratamento;
  7. Assalto aos fundos de pensão e fim da Petrobras pela corrupção lulo-petista;
  8. Sucateamento das FFAA, das Agências reguladoras e do transporte público;
  9. Fim da confiança e credibilidade do Brasil no concerto das nações;
  10. Uso criminoso do FGTS sem protesto dos pelegos das centrais sindicais;
  11. Tentativas de ressuscitar a CPMF e tirar a aposentadoria dos trabalhadores;
  12. Crime inominável contra a Lei da Responsabilidade Fiscal – As “Pedaladas”.

Como tudo que tem começo tem fim, eu desprezo o entreguismo dos fanáticos ou oportunistas subservientes da Pátria Grande dos ditadores latino-americanos, desejando aos patriotas brasileiros que me seguem e aos 93% que desaprovam o PT-governo, a renovação da esperança no futuro próximo.

Será no impeachment da Presidente que cometeu crimes contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e é leniente com seus parceiros enriquecidos pelo assalto do Erário, ladrões do patrimônio nacional, beneficiários de fundos perdidos, e aproveitadores de verbas públicas através das entidades fraudulentas, autodenominadas “do movimento social”.

 

ESPERANÇA

 

Que o Ano Novo de 2016 retome o respeito ao trabalho e não à esperteza de vigaristas públicos e privados…  Que os trabalhadores autênticos defendam seus direitos e a pelegagem seja esmagada pelo rolo compressor da História.

Assim, registro o abraço solidário aos resistentes, que não se locupletam neste governo infame, nem abandonam os ideais de Justiça, Liberdade e respeito à pessoa humana.

 

            MIRANDA SÁ, jornalista. 

TELEVISÃO

O consumidor tem direitos na telinha?

É claro que ninguém fiscaliza os canais pagos de TV, sejam nacionais ou estrangeiros.  Os inúmeros que o Grupo Globo mantém, então, nem falar. Sei que não estou sozinho e estou principiando uma campanha procurando os direitos do consumidor. Espero que tenha repercussão.

Não bastasse a irritante vigarice dos canais norte-americanos (talvez de chineses ou japoneses) que forçam a barra para nos impingir algumas séries idiotas para atender o benevolente público americanos cujo gosto é diferente do nosso.

É impossível que ninguém proteste contra os canais Space, TNT e Warner, (entre todos os outros) que esnobam com a cara da gente repetindo filmes. O Space reprisou no ano passado 129 vezes a meia dúzia de versões do Harry Porter; seja, mais ou menos um terço dos dias de 2014.

Sem falar do Syfy, que vende caro a série “Guerra nas Estrelas”, levado ao vídeo 96 vezes no mesmo período; e ainda o charlatanismo da Warner, que já passou o “Alexandre” nos últimos cinco meses 21 vezes…

Os canais History, então, degeneraram. Iniciaram com apresentações sérias, culturais, no campo da própria História, do teatro e da pesquisa. Hoje forçam o vuco-vuco do Trato Feito, ou encenam garagens, ou procuram “relíquias” para o shopping.

Em termos nacionais salvam-se os jornais, embora de vez em quando nos irritem pela repetição de fatos e casos que empobrecem o noticiário. Distinção para a Globo News, a Band e a Cultura, que merecem aplausos.

A TV-Globo é um caso à parte. Perfeccionista na tele-dramaturgia, se perde pela exibição de material comprado no exterior por gente que não tem a menor sensibilidade. A Globo News, sinceramente, vem também deperecendo. Atualmente entre seus programas realçam o “Em Pauta” e o “Manhattan Connection” e mais uma meia dúzia de três ou quatro… O “Navegador” que propôs navegarmos por  mares além, mas navega para dentro, trazendo o pessoal da casa que nada tem a acrescentar, como a Regina Casé…

Esta semana tive pena do jornalista Mário Sérgio Conti, um erudito bem informado, entrevistando a socióloga Silvia Viana, que me pareceu aluna de Marilena Chauí pelos clichês e a falta de “sociologia”. Num marxismo vulgar omitiu o espontaneísmo das manifestações de Junho/13, do impulso popular acima e contra os partidos, e negou que os Black-blocs arruaceiros vieram para afastar o povo. Disse que o esvaziamento dos protestos foi por medo da polícia!!!

Os bate-papos inteligentes de Roberto D’Ávila e as reportagens engenhosas e argutas de Fernando Gabeira cederam lugar à promoção de livros publicados para ocupar o vazio das estantes… A tal entrevista de Conti, por exemplo, lembrou-me os locutores que levam um jabaculê para divulgar músicas que ninguém canta… (MS)

Fim dos “Arrumadinhos”

Dizem que foi uma fuga para não assinar o fatídico balanço do trimestre passado, mas o fato é que os diretores da Petrobras não aceitaram o “arrumadinho” que Dilma propôs à sua amiga e parceira Graça Foster. Elas haviam combinado a aceitar um prazo de até 30 dias, mas a saída foi antecipada

O pedido de demissão coletivo mostrou que pelo menos cinco dos sete executivos não concordaram com o cronograma leniente e artificial. Ficou o alto hierarca petista, José Eduardo Dutra por motivo inexplicável, porém fácil de compreender…

Dilma, com a sua incompetência de gerente de loja de R$1,99 falida, não conseguiu emplacar criou do “ex” em atividade, como fez ridiculamente com Mantega, perdendo na tentativa de manter Graça; mas não deu certo!

Outra prova da inaptidão e desmentindo a fama de gerentona, é que a Presidente parece ter sido apanhada de surpresa sem um ‘plano B’ para a substituição de Graça, e assim fica sob forte pressão para encontrar o nome do novo presidente da Petrobras. Tem no máximo até a famigerada 6ª-feira, dia 13…

Pelas vacilações que seguiram os erros a situação da desacreditada empresa estatal há uma batida de cabeças entre os “próceres” do Partido dos Trabalhadores que não Trabalham: o companheiro Mercadante quer Murilo Ferreira que foi para a Vale com a tarefa de submetê-la ao PT-governo; o pelegão Lula, meio ressaqueado, indicou Henrique Meirelles; e o neoliberal Joaquim Levy, apóia Paulo Leme, da Goldman Sachs.

No meio da maratona dos lulo-petistas para indicar seus comparsas, parecia o fim dos arrumadinhos, mas Graça, num canto de cisne, pediu a Dilma para Luciano Coutinho, do BNDES, fazer parte do novo conselho. Certamente a Presidente atenderá, porque vindo do BNDES tem credencial de blindá-la como também a Graça e Lula; os três comprometidos com os escândalos. Amanhã saberemos como fica, (MS)

 

 

Fim dos “Arrumadinhos”

Dizem que foi uma fuga para não assinar o fatídico balanço do trimestre passado, mas o fato é que os diretores da Petrobras não aceitaram o “arrumadinho” que Dilma propôs à sua amiga e parceira Graça Foster. Elas haviam combinado a aceitar um prazo de até 30 dias, mas a saída foi antecipada

O pedido de demissão coletivo mostrou que pelo menos cinco dos sete executivos não concordaram com o cronograma leniente e artificial. Ficou o alto hierarca petista, José Eduardo Dutra por motivo inexplicável, porém fácil de compreender…

Dilma, com a sua incompetência de gerente de loja de R$1,99 falida, não conseguiu emplacar criou do “ex” em atividade, como fez ridiculamente com Mantega, perdendo na tentativa de manter Graça; mas não deu certo!

Outra prova da inaptidão e desmentindo a fama de gerentona, é que a Presidente parece ter sido apanhada de surpresa sem um ‘plano B’ para a substituição de Graça, e assim fica sob forte pressão para encontrar o nome do novo presidente da Petrobras. Tem no máximo até a famigerada 6ª-feira, dia 13…

Pelas vacilações que seguiram os erros a situação da desacreditada empresa estatal há uma batida de cabeças entre os “próceres” do Partido dos Trabalhadores que não Trabalham: o companheiro Mercadante quer Murilo Ferreira que foi para a Vale com a tarefa de submetê-la ao PT-governo; o pelegão Lula, meio ressaqueado, indicou Henrique Meirelles; e o neoliberal Joaquim Levy, apóia Paulo Leme, da Goldman Sachs.

No meio da maratona dos lulo-petistas para indicar seus comparsas, parecia o fim dos arrumadinhos, mas Graça, num canto de cisne, pediu a Dilma para Luciano Coutinho, do BNDES, fazer parte do novo conselho. Certamente a Presidente atenderá, porque vindo do BNDES tem credencial de blindá-la como também a Graça e Lula; os três comprometidos com os escândalos. Amanhã saberemos como fica, (MS)

TELEVISÃO

O Abuso que Nós Pagamos

“A arte de enganar o consumidor não é apenas oriunda das cabeças movidas pelo lucro fácil das empresas, as agências reguladoras compartilham com este modelo de negócio quando tornam as regras favoráveis às vendas enganosas e praticamente “escondem” a saída que o consumidor teria para fugir do abuso”. (Nadja Sampaio)

Pela primeira vez encontro nas páginas especializadas uma comentário como este. Parabéns, Nadja. Sou um revoltado com o tratamento dado ao consumidor dos programas televisíveis. A TV aberta, com raras e honrosas exceções, é um lixo, e a TV a Cabo é um tapete pisado e repisado sem um aspirador de pó para tirar sujeira dos filmes medíocres e das séries danosas à humanidade.

Há canais (quase todos, aliás) que repetem algumas películas –centenas de vezes –  sem ter um órgão fiscalizador para nos defender o abuso. Em nome da verdade, salvam-se os canais que transmitem jogos de futebol, embora fossem melhores sem os repetecos. Os jornais do vídeo reproduzem edição anteriores de até 48 horas!

Vou começar a anotar os piratas do caribe, a volta da múmia e os harry porters da vida, as séries chatérrimas e os programas deploráveis dos canais brasileiros. Pretendo fazer a crítica permanente cobrando o preço que pagamos, (MS)

Múltiplo cinismo

O discurso de apresentação da candidatura à presidência do Senado por Renan Calheiros foi uma peça de cinismo ao enaltecer a sua gestão que se encerra, falando de independência, correção e respeito ao contraditório, o atitudes desmentidas em todo exercício da legislatura, encaminhando servilmente as iniciativas do Executivo, legislando em causa própria e garroteando as CPIs.

Há um duplo cinismo também no apoio mecânico recebido dos bonzos do PT, partido que cacareja ética para um lado e cisca amoralidades para o outro, conhecendo o que é público, a corruptível atuação de Renan na vida pública e na vida pessoal. E faz uma jogada suja preparando uma campanha para derrubá-lo afim de que o dócil senador acreano Jorge Viana sente-se na cadeira presidencial.

A impudicícia da reeleição de Renan fica por conta da falta de escrúpulos de um partido e um governo cínico e totalmente desmoralizado por isso, preservando-se de um provável impeachment pela compra dos 300 picaretas do Congresso Nacional… (MS)

ROUBALHEIRA

Ações da Petrobras caem por omitir a conta da corrupção

A insatisfação generalizada com a decisão de não contabilizar no balanço do terceiro trimestre os prejuízos com as fraudes na empresa provocou uma queda de 11,2% nos papéis preferenciais da estatal. Em apenas um dia, o valor de mercado despencou R$ 13,9 bilhões. Em comunicado à CVM, a Petrobras informou que consultorias estimaram em R$ 88,6 bilhões a perda de valor de ativos investigados na Operação Lava Jato. (Brasil Econômico)

Nos porões da estatal, o doleiro Alberto Youssef na primeira defesa formal de desde o início da Operação Lava Jato, afirma que corrupção partiu de políticos e estatal. Seu advogado, Antonio Figueiredo Basto, afirmou que seu cliente não é “anjo, mas só cuidava da última fase do processo, a lavagem de dinheiro”.

MAROLINHA

Receita tem 1ª queda em cinco anos

Diante do baixo ritmo da atividade econômica brasileira e as desonerações tributárias, a receita encolheu 1,79% em 2014 em relação a 2013, totalizando em dezembro, R$ 1,19 trilhão, segundo a Receita Federal. É a primeira queda desde 2009. Os impostos relacionados a consumo, produção industrial e lucro das empresas foram os que tiveram maior retração. Não esquecer que tudo se deve à levyana presidente Fraudeff, que insiste em imprimir uma política econômica superada, cdercada de corrupção por todos os lados… (MS)